3,5 milhões de empregos na Espanha, foi o que a crise consumiu nesses últimos 05 anos, sem contar os juros descontrolados para rolar a dívida, agora ameaça amputar a rica e charmosa Catalunha, que fica no nordeste do País.
Por que tudo isso?
Eles querem eleger o novo presidente do governo catalão, já que o atual, Artur Mas, foi eleito em 2010, mas decidiu antecipar seu pleito que em teoria, seria apenas em 2014.
Os catalães são 5,4 milhões de eleitores e dão o que pode ser chamado de passo para a independência.
Acontece que os catalães estão mais é decidindo se vão se separar ou não da Espanha, e o presidente do governo espanhol, Mariano Rajov, não está contente com isso, pois se a Catalunha se torna independente, o País perde com um pedaço de quase 20% da sua economia, o que nesse momento não é viável.
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Número de índios voltou a crescer no fim dos anos 80
O Brasil tem atualmente 818 mil índios, de 305 etnias e 274 idiomas, onde 17,5% não falam português, segundo o perfil mais recente divulgado pelo IBGE.
Historiadores afirmam que em 1500 esse número era de 5 a 10 milhões de indígenas.
No processo de colonização houve genocídio, e depois uma tentativa de integração.
Nos primeiros 500 anos de colonização, 1.500 de 2.000 povos foram extintos.
O índice de extermínio começou a diminuir nos anos 70, com o trabalho da FUNAI, em 1967, com a CF de 88, o número voltou a crescer.
Historiadores afirmam que em 1500 esse número era de 5 a 10 milhões de indígenas.
No processo de colonização houve genocídio, e depois uma tentativa de integração.
Nos primeiros 500 anos de colonização, 1.500 de 2.000 povos foram extintos.
O índice de extermínio começou a diminuir nos anos 70, com o trabalho da FUNAI, em 1967, com a CF de 88, o número voltou a crescer.
Justiça expulsa posseiros de terras indígenas
Famílias que ocupam desde 1992, terras no Mato Grosso. terão de deixar suas casas até dia 18 de dezembro.
Incra diz que cerca de 2.700 pessoas estão no local, já a associação de produtores rurais, diz que número chega a 7.000.
Esses xavantes vivem nessas terras desde 2004, numa área que é 10% indígena, onde espaço foi homologado em 1998 pelo então presidente FHC.
A saída desses posseiros foi determinada em agosto pela Justiça Federal,mas em setembro conseguiram os posseiros suspender a retirada.
Segundo a associação serão desativadas 600 propriedades rurais, um posto de saúde, dois postos de gasolina, dois hotéis, oito igrejas e três escolas públicas onde estudam 800 alunos.
E não terão direito a indenização pelas benfeitorias, pois em 2010, o TRF da 1ª região, os entendeu como "meros invasores da área".
Incra diz que cerca de 2.700 pessoas estão no local, já a associação de produtores rurais, diz que número chega a 7.000.
Esses xavantes vivem nessas terras desde 2004, numa área que é 10% indígena, onde espaço foi homologado em 1998 pelo então presidente FHC.
A saída desses posseiros foi determinada em agosto pela Justiça Federal,mas em setembro conseguiram os posseiros suspender a retirada.
Segundo a associação serão desativadas 600 propriedades rurais, um posto de saúde, dois postos de gasolina, dois hotéis, oito igrejas e três escolas públicas onde estudam 800 alunos.
E não terão direito a indenização pelas benfeitorias, pois em 2010, o TRF da 1ª região, os entendeu como "meros invasores da área".
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Brasil é um dos líderes protecionistas, diz estudo
29 de outubro
de 2012 | 10h 04- O Estado de São Paulo
GENEBRA
- O Brasil foi um dos países que lideraram o movimento protecionista no mundo
em 2012, adotando uma série de barreiras comerciais que acabaram afetando
diversos setores da economia. O alerta faz parte de um levantamento realizado
pela ONU, OCDE e OMC, a pedido do G-20.
Num
esforço de identificar o comportamento dos governos diante da crise e monitorar
a situação do comércio mundial, as entidades estimam que as pressões
protecionistas têm crescido em todos os continentes e o informe também não
deixa de apontar para a Europa como uma das regiões que têm contribuído para o
protecionismo. O que também preocupa é que as barreiras, que prometiam ser
temporárias, começam a se perpetuar.
O
levantamento será publicado nessa segunda-feira, simultaneamente em Paris e
Genebra. Mas partes de uma versão preliminar à qual o Estado obteve acesso
revelam a preocupação das entidades em relação à incapacidade de a economia
mundial voltar a se recuperar e o impacto disso para o comércio e
investimentos.
Na
avaliação da OMC, a expansão do comércio mundial será de no máximo 2,5% em
2012, depois de rever para baixo em duas vezes a previsão. Diante ainda de um
desemprego recorde em vários países, a estimativa da entidade é de que governos
continuam sofrendo pressões de setores atingidos para que sejam protegidos da
concorrência estrangeira.
No
caso brasileiro, medidas como a elevação de taxas de importação e programas
para dar privilégios à produção nacional são listados como exemplos de atitudes
contrárias à liberalização.
O
Itamaraty insiste que elevar as tarifas aos níveis que legalmente tem direito
na OMC não representa uma violação das regras internacionais e aponta que o
País está apenas usando o espaço de política pública a que tem direito pelas
regras.
Queixas
O
que países ricos se queixam é de que, no âmbito do G-20, o Brasil firmou com os
demais governos um compromisso para não elevar barreiras. Diplomatas europeus e
americanos já se queixaram, em reuniões fechadas com o governo brasileiro, das
novas medidas do País. Outros, como Canadá e Japão, preferiram atacar as
barreiras em reuniões na OMC.
Num
estudo que será também publicado nos próximos dias pela entidade Global Trade
Alert, financiada pelo Banco Mundial, o Brasil aparece com um dos países que
menos visaram as empresas estrangeiras ao adotar barreiras comerciais, pelo
menos entre as sete maiores economias do mundo. Japão e Europa estariam entre
aqueles que mais medidas tomaram que acabam discriminando empresas
estrangeiras. Esse grupo adotou quase 900 das 1,5 mil barreiras comerciais
criadas por governo desde a eclosão da crise internacional, em 2008.
Impacto
Outra
constatação é que, desde 2008, pelo menos 3% do comércio mundial foi afetado
por medidas protecionistas e políticas que governos prometiam que seriam
temporárias acabaram se consolidando como novas realidades.
Em
termos de investimentos, o levantamento chama a atenção para a proliferação de
medidas protecionistas. "Vemos com preocupação o aumento de medidas
relacionadas aos investimentos com um cunho nacionalista", afirmou James
Zhan, diretor do Departamento de Investimentos da Unctad e um dos responsáveis
pela elaboração do levantamento.
Sobre
a decisão do governo brasileiro de ampliar o prazo para a redução do IPI pelo
menos até o final do ano, Zhan estima que o "julgamento ainda está em
aberto" para determinar se o impacto será positivo ou não. "Temos
visto várias empresas anunciarem que vão investir no Brasil na produção de
veículos", disse. "Eu classifico esses investimentos como uma espécie
de estratégia para saltar as barreiras impostas."
BMW
e Volvo foram algumas das montadoras que anunciaram investimentos em produção
no Brasil. No primeiro semestre do ano, a ONU constatou que o fluxo de
investimentos no mundo caiu em 8% diante da desaceleração da economia mundial.
Zhan, porém, alerta que o principal fator que vai determinar o fluxo no médio
prazo de investimentos é a proliferação de medidas nacionalistas por governos.
Haddad viaja para Brasília para encontrar Dilma
29 de outubro
de 2012 | 10h 04- O Estado de São Paulo
Haddad falou rapidamente aos jornalistas e
disse apenas que visitará a presidente para agradecer sua participação durante
a campanha eleitoral e para pedir apoio à Prefeitura. “Vai ser uma audiência
rápida, já para estabelecer uma rotina de trabalho”, afirmou.
Haddad falou rapidamente aos jornalistas e
disse apenas que visitará a presidente para agradecer sua participação durante
a campanha eleitoral e para pedir apoio à Prefeitura. “Vai ser uma audiência
rápida, já para estabelecer uma rotina de trabalho”, afirmou.
sábado, 27 de outubro de 2012
Em quase 3 horas, 11 são mortos e 4 ficam feridos na capital e Grande SP
Ataques com tiros feitos por motociclistas ocorreram entre sexta e sábado.
Desde domingo, 47 pessoas foram mortas, segundo levantamento do SPTV.
Nos ataques desta sexta e sábado, nenhum suspeito foi identificado ou preso pela Polícia Civil, que também investiga a motivação dos crimes e vai apurar se há relação entre eles. Como a Polícia Militar informou que não poderia dar dados sobre os assassinatos porque seu sistema de computadores estava com problema neste sábado, o G1 checou os casos dos mortos e feridos com a assessoria de imprensa da SSP. A pasta também divulgou informações sobre as vítimas.
O Ministério Público Estadual de São Paulo apura um possível confronto entre policiais militares e criminosos ligados a uma facção criminosa que age dentro e fora dos presídios paulistas. Os bandidos divulgaram cartas e foram pegos em escutas telefônicas ordenando atacar e matar PMs. Desde o início deste ano 86 policiais foram assassinados no estado de SP, segundo a corporação. Para responder aos ataques, os agentes estariam montando milícias e grupos de extermínio contra bandidos.
domingo, 21 de outubro de 2012
Julgamento do mensalão chega à etapa final com indefinições
O julgamento da Ação Penal 470, o processo do mensalão, entra em uma de suas fases mais complexas nesta semana, após a análise de todos os capítulos pelos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Além de definir as punições de cada réu, o colegiado precisará superar questões técnicas que ainda não foram consolidadas na Corte.
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